COMANDOS
 


Aqui vou lhe mostrar os principais comandos do S.O Linux








adduser

   O comando adduser eh utilizado pela raiz, ou seja pelo root, ou alguemque tenha autoridade, para criar um novo usuario no sistema. O comando adduser eh seguido do nome da conta a ser criada. por exemplo.

 # adduser ricardo

 


 
 

alias

   O comando alias eh usado para criar nomes alternativos para comandos. tpicamente, sao nomes alternativos do comando real. No exemplo seguinte, o usuario ( provavelmente usuario DOS ) esta acrescentando um nome alternativo dir para  uma listagem de diretorio.

#alias dir=ls


 
 

apropos
 

   O comando apropos literalmente significa apropriado ou quanto a ( outros ). Quando seguido por um parametro por um parametro, ele procura nas documentacoes as entradas que incluem o parametro. Basicamente, esse comando executa uma rpocura de palavras em todas as documentacoes. Eh o equivalente ao comando man -k

 

bind
 

 Utilizado no pdksh, o comando bind permite ao usuario alterar o comportamento das combinacoes de teclas para a finalidade de edicao de linhas de comando. Muitas  pessoas restringem as teclas de setas para cima, para baixo, para esquerda e para direita para que trabalhem da mesma fomra que funcionam no Bourne Again Shell ( bsh ). A sintaxe usada para o comando eh:

 # bind < sequencia de teclas > < comando >
 

cat
 

  O comando cat exibe o arquivo ao longo da tela. A sintaxe do comando eh:

# cat < arquivo >

 

cd
 

   O comando cd significa change directory. Voce ira descobrir que esse comando eh muito util. Existe tres maneiras tipicas de usa-lo:

# cd ..                                                   Muda para um diretorio acimana arvore de diretorios.
# cd -                                                  Muda para o seu diretorio home de onde voce atualmente esta. Isso eh o mesmo que utilizar
                                                              comando  cd sozinho.
# cd < nome do diretorio >             Muda para um diretorio especifico.

 

chgrp
 

   O comando chgrp eh utilizado para alterar o grupo associado com as permissoes do arquivo ou diretorio. o proprietario ( e o root, ou seja a raiz ) tem autoridade para alterar o grupo associado ao arquivo. A sintaxe do comando eh:

 # chgrp < novo grupo >  < arquivo >
 

 

chmod
 

 O comando chmod eh utilizado para alterar permissoes associadas ao objeto. Oque voce realmente esta fazendo eh alterar o modo do arquivo. Existem duas maneiras de especificar as permissoes do objeto. Voce pode usar o sistema de codigos numerico ou sistema de codificacao alfabetico. Se voce se lembra, existem tres conjuntos de usarios assosciados a cada objeto, o grupo do objeto e o resto. Usando o  sistema de codificacao alfabetico, eles sao referidos como u de ser ( usuario ), g para para group, o para outher  (outro )e para all  ( todos ). Existem  tres tipos basicos de permissoes que voce pode alterar: r de read ( ler ), w de write ( gravar ) e x de execute ( executar ). Essas tres permissoes podem ser alteradas usando os sinais + ( mais ) e  - ( menos ). Por exemplo, para acrescentar as permissoes ler e executar ao proprietario e grupo do arquivo teste, voce insere o seguinte comando:

 # chmod  ug+rx teste

  Para remover as permissoes ler e executar de usuarios e de grupo do arquivo teste, voce pode alterar o sinal de mais ( + ) para um sinal de menos ( - ):

#chmod ug-rx teste

   Isso eh conhecido como fazer alteracoes relativas ao modo do arquivo.
  Usando o sistema de codificacao numerico, voce tem sempre de informar o valor absoluto da permissao, independente das duas permissoes previas. O sistema numerico eh baseado em tres conjuntos de numeros de base dois. Existe um cojunto para cada categoria  de usuario, grupo e outro. Os valores sao 4, 2 e 1 onde 4 equivale a ler, 2 a gravar e 1 a executar. Esses valores sao acrescentados junto para fornecer o conjunto de permissoes  para aquela categoria. Com o sistema numerico voce sempre especifica toas as tres categorias. Portanto, para que o proprietario do arquivo teste tenha permissoes de ler, gravar e executar sobre o arquivo, e ninguem mais tenha qualquer permissao, vove deve usar o valor 700,da seguinte forma:

 #chmod 700 teste

   Para  tornar o mesmo arquivo legivel e gravavel para usuario e legivel pelo grupo e outros, voce segue a mesma logica matematica: para o primeiro conjunto de permissoes, o usuario, o valor para legivel eh 4 e o valor para gravavel eh 2. A soma desses dois eh 6. O proximo conjunto de permissoes, o grupo, eh read-only, portanto eh 4. As definicoes para os outros, assim como o grupo, eh 4. Portanto, o comando seria chmod 664 teste.
   O formato para o comando, usando qualquer dos metodos, eh o mesmo. voce digita o comando chmod seguido das permissoes, absolutas ou relativas, seguidas dos objetos para os quais deseja alterar o modo:

#chmod < permissoes>  <arquivo>
 

 

chown
 

    Esse comando eh utilizado para alterar a identificacao ( ID ) de usuario ( proprietario ) associado as permissoes do arquivo ou diretorio. O proprietario do arquivo ( e, eh claro o root ou seja a raiz ) tem autoridade para alterar o usuario  associado ao arquivo. A siztaxe do comando eh:

# chown < id do novo usuario >  < arquivo >

 

chroot
 

   O comando chroot faz com que o diretorio / ( chamdo diretorio raiz ) seja um diretorio de / no sistema de arquivos. por exemplo, ao trabalhar  com um servidor de Internet, voce pode definir o diretorio raiz como igual a /uer/ftp. Depois, quando alguem acessa usando o FTP ( o qual vai para o diretorio raiz por padrao), na mesma verdade vai para o diretorio /usr/ftp. Isso evita que o restod a estrutura  de diretorios seja vista ou ate alterada por esse visitante anonimo na sua maquina. Se a pessoa insere cd /etc, o programa ftp tenta digita-lo no diretorio raiz e, depois, no diretorio etc. Como  o diretorio raiz eh /usr/ftp, o programa ftp na verdade digita o usuario no diretorio /usr/ftp/etc ( pressupondo que haja um). A sintaxe do comando eh:

# chroot < local original no sistema de arquivos > < novo local no sistema de arquivos >

 

  cp
 
    O comando cd eh um nome alternativo de copy; portando, esee comando permite copiar objetos. Por exemplo, para copiar arq1 para arq2, insira o seguinte comando:

#cp < nome original do objetivo > < novo nome do objetivo >
 

 dd
 

    O comando dd converte os formatos de arquivos. por exemplo, para copiar uma imagem de partida para um disco ( pressupondo que o nome de dispositivos para o disco eh /dev/fd0 ), voce usa o seguinte comando:

# dd if = <nome de arquivo > of - /dev/fd0 obs=18k
 

env
 

   O comando env eh utilizado para ver variaveis de ambiente exportadas. O resultado do comando eh uma lista de duas colunas onde o nome da variavel esta na esquerda e o valor assiciado a essa variavel esta na direita. O comando eh inserido sem qualquer parametro.

fc
 

   O comando fc eh utilizado para editar o arquivo de historico. Os parametros passados para ele, se houver, podem ser usados para selecionar uma faixa de comandos a partir do arquivo de historico. Essa lista eh entao inserida em um shell de edicao. O editor usado baseia-se no valor da variavel FCEDIT. Se nao ha valor para essa variavel, o comando procura na variavel EDITOR. Se nao esta lah, o padrao eh usado, o qual eh o editor vi.

find
 

   O comando find procura em qualquer diretorio que voce mandar , assim como em todos os subdiretorios, pelo arquivo especificado. Depois de encontrar o resultado, ele entao faz  com esse resultado o que voce pediu. Tipicamente, voce apenas quer saber onde estao os arquivos e, depois pede para imprimi-los. A sintaxe do comando eh o comando eh o comando em si, seguido do diretorio em que voce deseja iniciar a prcura, seguido do nome do arquivo e depois, o que deve ser feito com o resultado.

groff
 

  O comando groff eh o front end do programa de formatacao de documento groff. Esse programa, por padrao, chama o programa 
troff.

gzip
 

   O comando gzip eh uma versao GNU do software de compactacao zip. A sintaxe pode ser simples:

# gzip < nome do arquivo >

halt
 

   O comando halt informa ao kernel para desligar. Esse comando soh pode ser feito pelo superusuario ou seja o root ou raiz

 

hostname
 

    O comando hostname eh usado para exibir o host atual ou nome de dominio do sistema ou para definir o nome de host do sistema.

kill
 

  O comando kill envia o sinal especificado para io processo especificado. Se nenhum sinal eh especificado, o sinal TERM eh enviado. O sinal TREM ira interromper os processos que nao processam o sinal TERN. Para os processos que realmente processam o TERM, pode ser necessario usar o sinal kill porque ele nao pode ser processado. A sintaxe para o comando:

# kill  < opcao > < pid >

 

login
 

  O login eh usado ao acessar um sistema. Ele  tambem pode ser usado para alternar de um usuario para outro a qualquer momento.

logout
 

   O comando logout eh utilizado para sair de um sistema como um usuario atual. Se esse eh o unico usuario com o qual voce obteve, entao voce sai totalmente do sistema.

ls
 

   O comando ls lista o conteudo de um diretorio. O formato da saida e manipulado com opcoes. O comando ls, sem opcoes, lista todos os arquivos nao ocultos em ordem alfabetica, preenchendo tantas colunas quantas couber na janela.  Provavelmente o conjunto de opcoes mais comum utilizado com esse comando eh -la. A opcao significa listar todos os arquivos e l significa criar uma longa lista da saida.

man
 

   O comando man eh usado para formatar e exibir as documentacaoes  online. As documentacows sao o texto que descreve, em detalhes, como usar um comando especificado. A sintaxe do comando eh:

# man < comando >

 

make
 

   O comando make tem a finalidade de determinar quais pecas de um programas que precisam ser recompiladas e entao digitar os comandos necessarios para recompila-las.

mkdir
 

Este comando serve para criar novos diretorios.

mkefs
 

  Este comando mkefs eh usado para criar um sistema de arquivos  estendidos. Esse comando nao formata o novo sistema de arquivos, apenas deixa-o disponivel para uso.

mkfs
 

   O comando mkfs eh usado para construir um sistema de arquivos no Linux, geralmente uma particao de disco rigido. Asintaxe do comando eh mkfs i sistema de arquivos, onde i sistema de arquivos eh o nome do dispositivo ( comom /dev/hda1 ) ou mount point ( por exemplo, /, usr, /home ) para o sistema de arquivos.

mkswap
 

   O comando mkswap define uma area de troca do Linux em um dispositivo ( geralmente uma particao de disco ). O dispositivo geralmente tem a seguinte forma:

 /dev/hda[1-8]
 /dev/hdb[1-8]
 /dev/sda[1-8]
 /dev/sdb[1-8]

more
 

  O comando more eh um filtro para paginar um texto em um tela de cada vez. Esse comando soh pode paginar para frente dentro do texto, ao contrario do less, que pode paginar para frente e para.

mount
 

    O comando mount anexa o sistema de arquivos especificados por specialfile ( o qual frequentemente eh um nome de dispositivo ) no diretorio especificado como parametro. Somente o superusuario ou seja o root ou raiz pode montar arquivos. Se o comando mount eh executado sem parametros, ele lista todos os sistemas de arquivos atualmente mountados.

mv
 

   O comando mv eh usado para mover um objeto de um local para outro ou para renomeiar. se multiplos arquivos forem especificados, destino devera necessariamente ser um diretorio. sintaxe do comando:

#mv [ parametros]  <arquivo > [arquivos...] < destino >

 

 netstat
 

  O comando netstat exibe o status das conexoes de rede nos slots TCP, UDP, RAW ou UNIX para o sistema. A opcao -r eh usada para obeter informacoes sobre a tabela de roteamento.

passwd
 

    O comando passwd server para alterar a senha do usuario. Apenas o superusuario ou seja o root pode mudar a senha dos outros 
usuarios.

ps
 

    O comando ps server para mostrar informacoes sobre os processos ativos.

pwd


     O comando pwd exibe o diretorio de tarbalho atual. Ele insforma qual diretorio atualmete ativado.

rm
 

   O comando rm server para remover arquivos. A sintaxe do comando eh:

# rm  < arquivos  >
 

rmdir
 

   O comando rmdir server para exculir diretorios vazio. A sinatxe do comando eh:

# rmdir < diretorio vazio >

 

set
 

   O comando set eh usado para temporariamente alterar uma variavel de ambiente. Em alguns shells, o comando set -o vi permite trazer de volta comandos previos contidos no arquivo de historico. eh comum digitar o comando no seu .profile. Algumas variaveis de ambiente requerem um sinal de igual e outras, como no exemplo set -o vi, nao requerem.

   strings
 

   O comando strings encontra texto em arquivos binarios. A sintaxe do comando eh:

# strings [ parametros ] < arquivo >
 

split
 

  O comando split server para dividir um arquivo em varias partes. A sintaxe do programa eh:

#split  [parametros] < arquivo < prefixo > >
 

shutdown
 

   O comando shutdown server para finalizar o sistema. A sintaxe do comando eh:

#shutdown [ parametro ] [tempo ]

parametro

 -h                   server para desligar o micro
 -r                     serve para reniciar o sistema

tempo
    O tempo que ele vai demorar para executar o comando. O tempo vai de 0 a ...
 

  su
 

  O comnado su server para trocar  o ID efetivo do usuario. solicita confirmacao atraves de senha para efetuar a execucao da shell, exceto quando executado pelo superusuario ou seja o root.

swapon
 

  O comando swapon  define a area de troca para o arquivo ou dispositivo de bloco por caminho. O swapon interrompe a troca para o arquivo. Esse comando eh normalmente executado durante a inicializacao do sistema.

tail
 

    O comando tail exibe para a saida padrao as ultimas 10 linhas de um dado arquivo. se nenhum arquivo eh dado, ele le a a partit da entrada padrao. Se mais de um arquivo eh dado, ele exibe um cabecalho com o nome do arquivo entre uma seta para a esquerda e outra para a direita  ( ==> <== ) antes da saida de cada arquivo. O valor padrao de 10 linhas pode ser alterado digitando um -### no comando. A sintaxe para esse comando eh:

# tail [- < #de linhas a exibir> ] [ < nome do arquivo(s)>]
 

talk
 

  O comando talk eh usado para obter uma conversa "visual" com alguem atraves de um terminal. A ideia basica por tras dessa conversa visual eh que a sua entrada eh copiada para o terminal da outra pessoa e a entrada da outra pessoa eh copiada para o seu
terminal. Assim, as duas pessoas envolvidas na conversa podem ver a entrada para si mesmas e e da outra.

tar
 

   O comnado tar eh um programa de arquivamento designado para armazenar e extrair arquivos de um arquivo. Esse arquivo pode ser arquivado em qualquer meio, icluindo uma unidade de fita ou unidade de disco rigido. A sintaxe de um comando eh:

# tar <acao>  <parametros> <arquivos ou diretorio>

top
 

   O comando top mostra os processos com maior consumo de CPU.

umount
 

   O comando umount eh usado para desmontar os arquivos montado.

unalias
 

   O comando  unalias serve para desfazer um nome alternativo (alias). Na secao do comando alias, anteriormente neste apendice, criei o nome alternativo dir para o comando ls. Para desfazer esse comando, voce simplesmente digita unalias dir.

   unzip
 

   O comando unzip ira listar, testar ou extrair arquivos de um arquivo compactado. O padaro eh extrair arquivos de um arquivo. A sintaxe do comando:

# unzip < nome do arquivo >
 

wall
 

    O comando wall exibe o conteudo da entrada padrao em todos os terminais de todos os usuarios atualmente com acesso. Basicamente, o comando grava em todos os terminais, dai o seu nome. O conteudo dos arquivos tambem pode ser exibido. O superusuario ou root, pode gravar nos terminais daqueles que escoherem a negacao de mensagens ou que estao usando um programa que automaticamente nega mensagens.

wc
 

  O comando wc conta o numero de palavras, linhas ou bytes de um arquivo.

 
 

whatis
 

    O comando whatis consulta manuais on-line do sistema e mostra um sumario de uma linha sobre palavras-chaves. Equivale a man -f

whereis
 

   O comando whereis localiza o arquivo binario, fonte e paginas do manual de um comando.

who
 

   O comando who chama uma coruja, o que ele nao faz, ou exibe o nome de login, tipo de terminal, tempo de acesso e nome do host remoto de cada usuario ataulamente com acesso.